| Centro de Interpretação de Salreu |
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Um dos espaços mais conhecidos da Ria de Aveiro para observação de natureza foi brindado com um centro de interpretação ambiental no passado dia 18 de Abril. De manhã, formaram-se vários grupos para observação de aves selvagens. Além das habituais cegonhas-brancas e de várias espécies de garça, nomeadamente garça-vermelha, destacou-se o registo de um bando de coelheiros. Depois de almoço, várias individualidades consumaram o acto oficial no prefabricado que dá corpo ao centro de interpretação. O presidente do Município de Estarreja, José Eduardo Matos, disse estar prevista a abertura no concelho de outros percursos, como o de Pardilhó e do rio Antuã. Segundo algumas opiniões, falta ao Município usar das suas competências e requerer estatuto de protecção, a exemplo do que outros já fizeram, e reforçar o englobamento do sítio na rede Ramsar, convenção internacional que assenta na cooperação mundial para protecção das zonas húmidas, salvaguardando a conservação da natureza nomeadamente através das migrações de avifauna. Salreu dispõe há vários anos de um percurso em que é muito fácil ver inúmeras aves selvagens, como garças, peneireiros, alvéolas, aves de rapina, rouxinóis, cigarrinhas-ruivas e outras. De noite, houve lugar a uma mesa-redonda subordinada ao tema "Projectos emblemáticos para a sustentabilidade da Ria de Aveiro" na biblioteca municipal de Estarreja, que contou com a participação de Pedro Machado, da Região de Turismo do Centro, Artur Rosa Pires, pró-reitor da Universidade de Aveiro, Teresa Fidélis, presidente da Administração Regional Hídrica do Centro, e de Ribau Esteves, presidente da Região de Aveiro - Comunidade Intermunicipal do Baixo Vouga. Texto e Fotos: JG |
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